3 de novembro de 2009

sozinha...


16 de outubro de 2009

Perder-me enquanto me solto,
num beijo que ainda não sei o gosto,
Perder-me dum abraço, enquanto liberto
as minhas asas e aprendo a voar...
Perder-me por ti, sem alma ou coração,
simplesmente perder-me,
para poder olhar em frente, sem medo ou sustos....

Perder-me na noite sem estrelas dos teus olhos,
só para assistir a madrugada ao teu lado
Perder-me, sem me importar, soltar a manada de fúrias e desejos,
e saber que tu sabes o quanto me perco por ti.

E que em mim, encontras o teu caminho.

12 de outubro de 2009


Sei que não me vês, que não sentes
como estou trémula, como uma borboleta,
Quando poiso em ti a minha mão ...

Não lês a cartas de amor amontoadas
empoeiradas, ignoradas...
a tua doçura amarga o desejo de um beijo
tantas vezes repudiado!

E não consigo tomar a decisão
de te deixar ir, de te deixar partir,
e todos os dias, baixo a cabeça
e choro, esperando que amanhã
seja o dia que não te ame.

30 de setembro de 2009

Perdi o par


7 de setembro de 2009

Antecipo a saudade, a dor,
a necessidade, o anseio,
Antecipo a angústia da ausência,
o frio da noite e a madrugada solitária,
Antecipo a melancolia, a tristeza,
o sorriso forçado e o queixo erguido,
para as lágrimas não tombarem,
Antecipo a solidão, negra, suave como veludo,
o nó na garganta, as mãos apertadas, sós...

Pois sei que depois, virá o reencontro, o abraço, o beijo,
A floresta encantada de lagos profundos,
Por onde me levas por caminhos escondidos,
E no silêncio do desejo, antecipo-te em mim.

4 de setembro de 2009

Apenas

1 de setembro de 2009

Outras palavras, outros tempos



Calço os sapatos, dispo a alma,

nua de medos e vestida de desejo,

tranquila, espero com calma,

apenas, somente um beijo...

Amo-te devagar, gesto lento,

somando os minutos, uma hora

como se não tivesse tempo,

como se não houvesse agora...

E assim fico, à espera

na eterna sofreguidão do corpo,

em que minha alma desespera,

onde tu és tudo e ... tão pouco!

Palavras


Há uns tempos em que no Tempos, faltam as palavras, confesso publicamente que a parte de mim que enleia e desenleia as palavras está quieta. Falta–lhe o arrebatamento, o sentir, o doer, o sorrir e por isso, não há palavras nos tempos que correm.

24 de agosto de 2009

Regressei....


16 de agosto de 2009

Fui...